Por que o saneamento básico é tão importante?

Saneamento básico é um conjunto de serviços essenciais que podem ser prestados por empresas públicas ou por empresas privadas em concessão. Estes serviços são considerados indispensáveis para o desenvolvimento socioeconômico de qualquer país no mundo.

Esse conjunto de serviços é uma intervenção sobre os fatores ambientais que trazem efeitos nocivos à saúde mental, física e social da população e é um direito assegurado pela Constituição. Lei nº. 11.445/2007.

O conceito de Saneamento Ambiental praticado no Brasil consiste em 4 serviços essenciais: infraestrutura e instalações de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza e drenagem urbana e a manipulação de resíduos sólidos de águas pluviais

Saneamento básico é indispensável para um país se desenvolver e trazer progresso para sua população, não só na área da saúde, mas na educação, turismo, valorização imobiliária, preservação de recursos naturais e até aumentando na renda do trabalhador.

Segundo a UNICEF e a OMS (Organização Mundial de Saúde), saneamento sustentável e responsável melhora a qualidade de vida das pessoas, trazendo bem-estar, saúde mental, física e social da comunidade beneficiada por esse direito básico, com destaque para as crianças e a redução da taxa de mortalidade infantil.

O acesso à  água potável, e hábitos de higiene não deveriam ser um privilégio apenas dos ricos ou dos que vivem em centros urbanos e sua ausência é a causa de muitas doenças que afetam a população mais pobre sobretudo as crianças que no Brasil, que são as maiores vítimas da falta de saneamento básico.

A carência por esses serviços essenciais para a saúde geram um ambiente  propício ao desenvolvimento de doenças, como a diarreia, hepatite A, verminose e outros, além das famosas doenças transmitidas por mosquitos como o famoso Aedes Aegypti que causa doenças como a já citada Dengue, a  Chikungunya, Zika, responsável pelo aumento de casos de microcefalia infantil no Brasil, e o mosquito Anopheles, responsável pelo recente crescimento da Malária nas zonas rurais do Brasil, mas que por não incidir em centros urbanos, possui menos apelo político e apoio da imprensa que o mosquito da dengue.

O acesso ao saneamento básico para a população mais pobre que vive nos centros urbanos e as cidades mais distantes das capitais é o único caminho para a extinção dessas doenças.

Em todo o mundo, são 2,1 bilhões sem acesso à água potável e 4 bilhões sem saneamento seguro. Segundo a UNICEF e a OMS, a falta de saneamento básico é responsável por cerca de 40% dos casos de internação de crianças menores de 5 anos em todo o planeta, com sintomas de diarréia aguda, causada por diversos tipos de bactérias, protozoários e vírus, como o Rotavírus.

Em 10 anos da Lei do Saneamento básico, o número de brasileiros atendidos por abastecimento de água tratada passou de 80,9% para 83,3%.

A população atendida por coleta de esgoto cresceu de 42% para 50,3%.

O acesso a esgoto tratado foi de 32,5% para 42,7%. Este lento crescimento que pune o Brasil, castiga ainda mais as regiões Norte e Nordeste onde a incidência de doenças causadas pela falta de acesso ao saneamento básico caminha sem pressa em direção a alarmantes estatísticas com números ultrapassados e não condizentes com nosso país e o dinheiro gerado no Brasil. Visto que para cada 10 crianças e adolescentes brasileiros, 6 vivem na pobreza, a mais nova representante da UNICEF no Brasil, a franco-alemã Florence Bauer alerta nossos órgãos públicos, pois a  mudança é necessária e com estado de urgência.

Saneamento básico é um conjunto de serviços essenciais que podem ser prestados por empresas públicas ou por empresas privadas em concessão. Estes serviços são considerados indispensáveis para o desenvolvimento socioeconômico de qualquer país no mundo.

Esse conjunto de serviços é uma intervenção sobre os fatores ambientais que trazem efeitos nocivos à saúde mental, física e social da população e é um direito assegurado pela Constituição. Lei nº. 11.445/2007.

O conceito de Saneamento Ambiental praticado no Brasil consiste em 4 serviços essenciais: infraestrutura e instalações de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza e drenagem urbana e a manipulação de resíduos sólidos de águas pluviais

Saneamento básico é indispensável para um país se desenvolver e trazer progresso para sua população, não só na área da saúde, mas na educação, turismo, valorização imobiliária, preservação de recursos naturais e até aumentando na renda do trabalhador.

Segundo a UNICEF e a OMS (Organização Mundial de Saúde), saneamento sustentável e responsável melhora a qualidade de vida das pessoas, trazendo bem-estar, saúde mental, física e social da comunidade beneficiada por esse direito básico, com destaque para as crianças e a redução da taxa de mortalidade infantil.

O acesso à  água potável, e hábitos de higiene não deveriam ser um privilégio apenas dos ricos ou dos que vivem em centros urbanos e sua ausência é a causa de muitas doenças que afetam a população mais pobre sobretudo as crianças que no Brasil, que são as maiores vítimas da falta de saneamento básico.

A carência por esses serviços essenciais para a saúde geram um ambiente  propício ao desenvolvimento de doenças, como a diarreia, hepatite A, verminose e outros, além das famosas doenças transmitidas por mosquitos como o famoso Aedes Aegypti que causa doenças como a já citada Dengue, a  Chikungunya, Zika, responsável pelo aumento de casos de microcefalia infantil no Brasil, e o mosquito Anopheles, responsável pelo recente crescimento da Malária nas zonas rurais do Brasil, mas que por não incidir em centros urbanos, possui menos apelo político e apoio da imprensa que o mosquito da dengue.

O acesso ao saneamento básico para a população mais pobre que vive nos centros urbanos e as cidades mais distantes das capitais é o único caminho para a extinção dessas doenças.

Em todo o mundo, são 2,1 bilhões sem acesso à água potável e 4 bilhões sem saneamento seguro. Segundo a UNICEF e a OMS, a falta de saneamento básico é responsável por cerca de 40% dos casos de internação de crianças menores de 5 anos em todo o planeta, com sintomas de diarréia aguda, causada por diversos tipos de bactérias, protozoários e vírus, como o Rotavírus.

Em 10 anos da Lei do Saneamento básico, o número de brasileiros atendidos por abastecimento de água tratada passou de 80,9% para 83,3%.

A população atendida por coleta de esgoto cresceu de 42% para 50,3%.

O acesso a esgoto tratado foi de 32,5% para 42,7%. Este lento crescimento que pune o Brasil, castiga ainda mais as regiões Norte e Nordeste onde a incidência de doenças causadas pela falta de acesso ao saneamento básico caminha sem pressa em direção a alarmantes estatísticas com números ultrapassados e não condizentes com nosso país e o dinheiro gerado no Brasil. Visto que para cada 10 crianças e adolescentes brasileiros, 6 vivem na pobreza, a mais nova representante da UNICEF no Brasil, a franco-alemã Florence Bauer alerta nossos órgãos públicos, pois a  mudança é necessária e com estado de urgência.

Matriz - São Paulo

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